Vulcão
Vulcões da Península, Alasca: 4 Câmeras ao Vivo — caldeira
Quatro câmeras ao longo da península. Um cume que desabou na maior erupção do século XX, uma caldeira de 10 km e uma cratera 330 m acima do gelo.
O que dá para ver
Os quatro alinham-se pela Península do Alasca, onde dominam as depressões deixadas pelo desabamento de uma montanha — as caldeiras.
No Monte Katmai, a maior erupção do século XX aconteceu bem ao lado, em 1912. O cume que então desabou guarda hoje uma caldeira com um lago. O curioso desta montanha é que o lugar que entrou em erupção e o que afundou não são o mesmo.
No Monte Aniakchak, uma caldeira de 10 km de diâmetro e 1 km de profundidade sobrevive inteira, sem gelo dentro. A borda alta a cerca, então o interior tem tempo próprio. Há dias de céu limpo lá fora e nublado só lá dentro. Isso não é defeito.
No Monte Veniaminof, uma cratera ativa se ergue 330 m acima da superfície de gelo dentro de uma caldeira tomada pelo gelo. Gelo e fogo entram no mesmo quadro — raro mesmo neste site.
O Monte Pavlof é uma das montanhas que mais entram em erupção no Alasca. É um cone de 2.518 m, com crateras nos lados norte e leste, perto do cume. Olhe os lados do cume, não o cume.
A razão de juntá-los: as caldeiras sobrevivem de quatro maneiras — com um lago, nuas, cheias de gelo, ou ainda em erupção e ainda em forma de cone.
Câmeras para ver agora: 4
Todas as 4 são imagens estáticas. Toque em uma para abri-la na lista de câmeras.
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Imagem estática
Monte Katmai
Alasca · Vulcão
Em 1912 a maior erupção do século XX estourou ao seu lado. O cume desabou, e o que restou é uma caldeira com um lago dentro.
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Exemplo setembro de 2026
Monte Aniakchak
Alasca · Vulcão
Uma caldeira sem gelo, de 10 km de diâmetro e até 1 km de profundidade, ainda inteira. A borda a cerca tão bem que o interior pode ter tempo próprio.
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Imagem estática
Monte Veniaminof
Alasca · Vulcão
Dentro de uma caldeira tomada por um campo de gelo ergue-se um cone ativo cerca de 330 m acima do gelo. Gelo e fogo dividem o mesmo quadro.
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Exemplo setembro de 2026
Monte Pavlof
Alasca · Vulcão
Um dos vulcões que entram em erupção com mais frequência no Alasca. Um cone de 2.518 m com as bocas altas nos flancos norte e leste.
Quando vale a pena olhar
O operador não publica época de observação, e não vamos inventar uma aqui. A erupção de 1912, as medidas da caldeira, a borda que dá tempo próprio ao interior e a posição das crateras vêm todas das descrições das câmeras.
A hora do Alasca fica 17 horas atrás do Japão no horário de verão e 18 horas no horário padrão. Calculado: 03h00 no Japão no horário de verão, ou 04h00 no horário padrão, são 10h00 em Anchorage (verificado em 2026-09-07).
Ou seja, a madrugada no Leste Asiático é a manhã de lá. Aniakchak é a exceção que vale lembrar: o interior da caldeira tem tempo próprio, então pode ficar branco em pleno dia. Isso é a montanha, não a hora.
Se a imagem não aparecer
Os quatro também estão na página Estados Unidos, na categoria Vulcão.
As outras câmeras do mesmo observatório estão em Vulcões de Cook Inlet, Vulcões das Aleutas Orientais e Vulcões das Aleutas Ocidentais. Veniaminof aparece também em Vulcões Cobertos de Gelo.
Katmai dá nome ao parque de Ursos e Salmões de Brooks Falls. Outros parques sobre terreno vulcânico estão em Parques Nacionais dos EUA e da Coreia.
O que uma câmera de vulcão mostra de fato está em O que as câmeras de vulcão olham; os fusos estão em Quais câmeras estão de dia agora.
Onde fica Vulcões da Península, Alasca
Órgãos que publicam as câmeras desta página
- Observatório de Vulcões do Alasca (Livre com atribuição) — Site oficial
As imagens pertencem a cada órgão. Este site é um guia não oficial, e cada imagem de exemplo foi copiada uma única vez por câmera, conforme os termos de uso do respectivo órgão.