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Rio

A bacia do rio Yodo: 6 Câmeras ao Vivo no Japão

Um rio do lago Biwa até a baía de Osaka, que troca de nome três vezes no caminho, mais os afluentes. Seis câmeras — transmissões de vídeo ao vivo, não imagens paradas.

O que dá para ver

O lago Biwa, o maior do Japão, escoa por exatamente um rio. Esse rio troca de nome três vezes a caminho do mar: Seta em Shiga, Uji assim que entra em Quioto, e Yodo a partir do ponto em que o Katsura e o Kizu se juntam a ele. No mapa parecem rios separados. São um só.

As câmeras vão de montante a jusante. Seta e Yasu cobre a saída do lago, onde uma barragem decide o nível do próprio lago Biwa. O Katsura passa sob a ponte Togetsukyo, em Arashiyama — vista turística, mas ele também rompeu as margens no tufão de 2013 e deixou aquela área debaixo d'água. O Kizu desce das colinas de Iga pelo sul de Quioto, com leitos arenosos largos em que o canal muda de lugar conforme a vazão. Acima do Kizu estão o Nabari e o Uda, que cortam as colinas de Iga e Nabari, em Mie, e de Uda, em Nara — vales estreitos que não lembram em nada os leitos largos de jusante. Yodo e Uji é o tronco principal abaixo da confluência. O último afluente a entrar, pouco antes da foz em Amagasaki, é o Ina e Mo, que desce pela divisa de Hyogo com Osaka e passa logo a oeste do aeroporto de Itami. Pertence à bacia do Yodo, mas a gente dos dois lados dessa divisa o chama de rio seu.

Diferente das câmeras do Arakawa, que são fotos a cada minuto, estas são vídeo ao vivo transmitido no YouTube pelo Ministério da Terra, Infraestrutura, Transportes e Turismo do Japão. Dá para ver a que velocidade a água corre e quanta lama ela carrega. Em troca, de vez em quando uma transmissão está fora do ar.

Câmeras para ver agora: 6

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Quando vale a pena olhar

Elas provam seu valor em chuva forte e tufão. A bacia tem um reservatório enorme sentado no alto dela, então a água continua vindo muito depois de a chuva parar. Descendo a partir do Seta dá para julgar até onde ela chegou.

O Nabari e o Ina quebram essa ordem. O Nabari fica acima do Kizu, então sobe antes do tronco principal; o Ina não tem nada a ver com o lago Biwa e engrossa puramente com a chuva que cai sobre as colinas de Rokko e Hokusetsu. O tronco principal pode estar quieto enquanto só o Ina corre marrom.

Decisão de evacuar é da sua prefeitura municipal, não de uma câmera. Estas servem para ver com que cara as coisas estão.

Em dia calmo, o Katsura é o que vale. Arashiyama muda de cor duas vezes por ano — cerejeiras no começo de abril e bordos no fim de novembro — e, como é vídeo ao vivo, dá para ver as pessoas atravessando a ponte.

Manhã e fim de tarde rendem mais que o meio-dia. Boa parte do canal corre no sentido leste-oeste e a superfície da água estoura em branco sob sol alto.

Onde fica A bacia do rio Yodo

Órgãos que publicam as câmeras desta página

As imagens pertencem a cada órgão. Este site é um guia não oficial, e cada imagem de exemplo foi copiada uma única vez por câmera, conforme os termos de uso do respectivo órgão.

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