Fauna
Ursos-polares: 2 Câmeras ao Vivo — Parque Nacional Wapusk
Duas câmeras num cabo na baía de Hudson, no Parque Nacional Wapusk, Canadá. Assista em outubro e novembro, quando os ursos esperam o mar congelar.
O que dá para ver
Cape Churchill é um cabo canadense que avança pela baía de Hudson. O Parque Nacional Wapusk, que o contém, é um dos lugares com maior densidade de tocas de maternidade do mundo, e duas câmeras mostram o mesmo cabo de ângulos diferentes.
A primeira é a vista ampla do cabo. Em outubro e novembro os ursos que esperam o mar congelar se juntam na costa. O gelo é a plataforma de onde caçam focas, então, para eles, o gelo se formar ou não é a diferença entre comer e não comer.
A segunda é outro ângulo do mesmo cabo e às vezes pega uma mãe caminhando ao lado do filhote.
O que estas duas melhor transmitem é que os ursos estão esperando. Até o gelo chegar, quase não comem: esperam. Por isso a imagem muitas vezes não se mexe. Uma tela em que nada acontece é, nesta terra, exatamente o que está acontecendo.
Câmeras para ver agora: 2
Todas as 2 são vídeo ao vivo. Toque em uma para abri-la na lista de câmeras.
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Vídeo ao vivo, out-nov
Ursos-polares no cabo Churchill
Manitoba, Parque Nacional Wapusk · Fauna · Natureza
O cabo Churchill, uma ponta que avança na baía de Hudson. O Parque Nacional Wapusk tem uma das maiores concentrações de tocas de parto do mundo, e em outubro e novembro os ursos se juntam na costa esperando o mar congelar. O gelo é a plataforma de onde caçam focas.
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Vídeo ao vivo, out-nov
Ursos-polares no cabo Churchill 2
Manitoba, Parque Nacional Wapusk · Fauna · Natureza
Outro ângulo do mesmo cabo, onde às vezes uma mãe e seus filhotes passam juntos. Até o gelo se formar, os ursos esperam quase sem comer.
Quando vale a pena olhar
Outubro e novembro. São os dois meses indicados pelo provedor, quando os ursos vêm à costa esperar o começo do congelamento.
A diferença é de 14 horas em outubro e de 15 a partir de meados de novembro. O meio-dia de lá são 2h do dia seguinte no Japão (outubro), e 3h no fim de novembro. Ou seja, da noite à manhã seguinte no Japão é o dia de lá.
Outubro e novembro nesta latitude têm dias muito curtos — o tempo de claridade não chega a metade do dia —, então, no horário japonês, só uma faixa estreita da noite à manhã dá imagem iluminada.
A tela é branca de neve e gelo, e achar um urso exige prática. É mais rápido procurar um vulto amarelado, de cor um pouco diferente da neve, do que procurar algo que se mexe.
Se a imagem não aparecer
Na mesma cidade de Churchill há a câmera de Aurora. A temporada dela é fevereiro e março, deslocada de outubro e novembro dos ursos-polares, então dá para visitar o mesmo lugar duas vezes, em estações diferentes.
As duas também aparecem na página do Canadá. No sentido de bichos na neve, as páginas japonesas mais próximas são Os grous do brejo de Kushiro e Os cisnes que passam o inverno. As câmeras de animais estão reunidas em Fauna.
A escolha da hora de abrir está em Quais câmeras estão de dia agora.
Onde fica Ursos-polares
Órgãos que publicam as câmeras desta página
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