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Os rios de Fukuoka e Saga: 7 Câmeras ao Vivo no Japão

Sete transmissões ao vivo que o governo japonês mantém nos rios do norte de Kyushu — o Chikugo, o Onga, o Yamakuni, o Matsuura, o Yabe, o Rokkaku e o Kase.

O que dá para ver

Quatro dos sete — Chikugo, Yabe, Rokkaku e Kase — desaguam no mar de Ariake, que tem a maior amplitude de maré do Japão: cerca de seis metros nas marés de sizígia. Esse alcance sobe bem para dentro, então as câmeras de jusante mostram a água subindo e descendo ao longo do dia sem chuva nenhuma. Numa enchente de maré forte a corrente chega a inverter.

O Rokkaku é o caso extremo. O declive dele é tão pequeno que a maré empurra muito longe rio acima — dá para ver água barrenta viajando para dentro do continente, e isso é maré, não cheia. Essa mesma planura significa que, em chuva forte, a água não consegue sair para o mar, e a bacia alaga em larga escala.

O Chikugo é o maior rio de Kyushu e há muito é chamado de rio bravo. No aguaceiro de julho de 2017 os vales dos afluentes desabaram em rupturas concentradas. O Yabe nasce na região de chá de Yame; há vertedouros e comportas por toda a extensão dele, e dá para ver a água sendo repartida de propósito.

Os outros três vão para mares diferentes. O Onga corre pelas antigas cidades carvoeiras de Chikuho até o mar de Hibiki, o Yamakuni corta as agulhas de rocha de Yabakei a caminho do mar de Suo, e o Matsuura atravessa a planície de Karatsu até o mar de Genkai. O Yamakuni tem o maior contraste desta página: desfiladeiro acima, planície aberta abaixo.

As sete são transmissões rotativas — um sinal só passa por vários pontos ao longo do rio, então talvez você espere um pouco pelo ponto que quer. As superintendências regionais rotulam todas como transmissão em teste.

Câmeras para ver agora: 7

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Quando vale a pena olhar

Elas contam na estação chuvosa e nos tufões. Do fim de junho a julho é quando faixas de chuva estacionárias param sobre esta região, e a água sobe vale a vale. A mesma chuva se comporta de modo completamente diferente no íngreme Yamakuni e no plano Rokkaku. Abra os dois lado a lado e a diferença é a imagem.

Repare que quanto pior o tempo, mais escura a imagem e mais a chuva borra a lente. Não espere muito da vista, e tome a decisão de evacuar com a sua prefeitura municipal, não com uma câmera.

Em dia calmo, o que vale observar é a maré. Nos rios do Ariake, a maré baixa expõe a lama e o canal estreita à vista. Procure a tábua de marés e depois abra a mesma câmera duas vezes, com seis horas de intervalo — não parece o mesmo lugar.

No outono as várzeas ao longo do Kase viram campo de uma competição de balões de ar quente, e aparece uma extensão larga de capim.

Onde fica Os rios de Fukuoka e Saga

Órgãos que publicam as câmeras desta página

As imagens pertencem a cada órgão. Este site é um guia não oficial, e cada imagem de exemplo foi copiada uma única vez por câmera, conforme os termos de uso do respectivo órgão.

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