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Shimane: 10 câmeras ao vivo oficiais no Japão

Nove transmissões de rios ao vivo do ministério dos transportes, mais a alameda que leva ao Izumo Taisha. Três rios de índole totalmente diferente — o Hii, o Gono e o Takatsu — lado a lado numa só província.

O que dá para ver

Nove destas são transmissões de rios ao vivo do escritório de Chugoku do ministério dos transportes; a décima é a alameda do Izumo Taisha, mantida pela federação de turismo de Shimane. Cada transmissão fixa um único ponto, então não há nada a esperar.

As nove se repartem em três bacias. O Hii alimenta o lago Shinji e é conhecido como um rio cujo leito não para de subir com a areia trazida de montante. Duas câmeras ficam no curso principal e uma no Kando, da mesma bacia — o rio onde desemboca o canal que leva a água do Hii até o mar do Japão.

O Gono é o rio mais longo da região de Chugoku. Ele reúne seus afluentes em Miyoshi, do lado de Hiroshima, corta as montanhas da divisa até Shimane e alcança o mar do Japão em Gotsu. Três câmeras: Kawahira, a mais perto da foz, Kawamoto, no meio, e a ponte Tsuga, no desfiladeiro. O Takatsu é conhecido por não ter nenhuma barragem no curso principal, e leva duas câmeras ali, mais uma no afluente Hikimi.

Os três chegam ao mar do Japão, mas o que recolhem não poderia ser mais diferente: o Hii passando por um lago, o Gono vindo do interior de outra província e por cima das montanhas, o Takatsu juntando água quase inteiramente de Shimane na ponta oeste da província. Junte os três quadros depois da mesma chuva e a diferença no modo de subir de cada um aparece na hora.

A última câmera, a Shinmon-dori do Izumo Taisha, não é rio, e sim imagens fixas da alameda do santuário. Virada ao sul, pega o grande torii de Ukabashi; virada ao norte, o de Seidamari, alternando entre três direções mais ou menos a cada dez segundos.

Shimane: 10 câmeras

9 em vídeo, 1 em imagem. Toque em uma para abri-la na lista de câmeras.

Quando vale a pena olhar

As nove câmeras de rio se movem mais de junho a julho, na estação chuvosa, e de agosto a setembro, quando chegam os tufões. A costa de San'in dá para o mar do Japão, então o inverno também é úmido, e dezembro a fevereiro traz neve e chuva bastantes para levantar os níveis.

A hora mais clara para comparar os rios é logo depois que a chuva para. Os afluentes — o Hikimi, o Kando — drenam áreas menores e respondem primeiro, enquanto o curso principal do Gono leva tempo até chegar a chuva que caiu a montante, em Hiroshima.

A Shinmon-dori muda por hora, não por estação. A rua fica mais diferente quando os visitantes estão em movimento, de manhã e ao cair da tarde.

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